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Dar a volta à cegueira botânica (EB Raul Lino)

הבעיה
Indiferença às plantas
The solution
Há mais vida no nosso recreio!
The prototype
Design thinking da horta pedagógica
The societal actors
Instituto Superior de Agronomia, Junta de Freguesia, Biblioteca Municipal

Hosted by SALL , contributed by Gaio-Oliveira on 21 June 2023

Como professora tenho assistido à indiferença das crianças face às plantas, flores e até pequenos animais que habitam nos pequenos tufos de vegetação. Quando falamos com os alunos, apercebo-me de como a escola e a família “falha” no acompanhamento das atividades exploratórias das crianças pelos pátios, jardins e ruas. Como sensibilizar as crianças, famílias e comunidade geral para a preservação e manutenção dos espaços verdes, apelando para a biodiversidade aí existente!

Projeto aplicado nas escolas EB Raul Lino e EB Santo Amaro

O que são plantas espontâneas? Quais são as plantas que garantem ao longo do ano, alimento e resguardo para os insetos polinizadores? Qual a sua importância?! Consegues identificar pelo menos 2 plantas espontâneas existentes no pátio da nossa escola? O que gostarias de semear na nossa horta pedagógica?

Dinâmicas aplicadas na identificação do problema:

  • Visita ao nosso espaço exterior, munidos de lupa para desenvolver atividades exploratórias para identificação de algumas das plantas existentes e qual a sua importância para a biodiversidade;
  • Com os tablets vamos fazer o registo fotográfico;
  • Quem as “visita” ou nelas encontra alimento e/ou refúgio: organizar entrevistas e pesquisas para obter essa informação;
  • Dividir a turma em dois grupos:
    • Como fazer um Canteiro com flores para os insetos polinizadores?
    • Como construir uma horta pedagógica?
  • Problema 1 – identificação:
    • Existem na escola já 8 canteiros que poderiam ser destinados para a plantação de plantas para os insetos polinizadores;
  • Problema 2 – identificação:
    • Voltar a colocar ou tornar operacional o ponto de água que existiu para garantir a rega das plantações
  • Problema 3 – identificação:
    • Como construir uma horta num dos talhões de terreno inclinado?
    • Qual a melhor disposição/localização para a construir com o menor impacto possível no arvoredo existente.

Parceiros

Instituto Superior de Agronomia, Junta de Freguesia de Alcântara, Biblioteca Municipal de Alcântara, Jardim Botânico da Politécnica ou da Ajuda; Rocky Studios; Centro de Ciência Viva de Estremoz ou o Pavilhão do Conhecimento.

 

Dinâmicas e metodologias aplicadas na seleção dos parceiros:

Recursos financeiros:

  • Através do CCV na Escola Raúl Lino iremos poder:
    • Contratar o técnico do Projeto Piquete Verde, o Cristóvão para nos orientar na fase de arranque do nosso projeto;
    • Adquirir algumas alfaias que nos sejam úteis na manutenção da hora;
    • Co-participar na formação de professores e alunos através da parceria da Universidade de Évora e o CCV de Estremoz.

Para o co-criação da nossa horta, iremos necessitar:

  • Quem nos possa ajudar a furar o solo e a vedar a área onde nascerá a nossa horta:
    • JFA e ISA
    • Piquete Verde
  • Solo e plantas para a horta:
    • JFA e ISA
    • Piquete Verde
    • Lojas locais de venda de plantas e sementes;
    • Horto da JFA
    • Jardim Botânico
  • Informação sobre como plantar/semear e técnicas de regadio:
    • ISA
    • Piquete Verde
    • Centro Ciência Viva de Estremoz – com criação de Oficinas para miúdos e graúdos
    • Biblioteca de Alcântara e Biblioteca Escolar
    • Pais e comunidade envolvente
  • Organizar visitas de estudo às hortas escolares existentes na Ajuda:
    • EB Homero Serpa
    • EB Alexandre Herculano
    • Elaboração de trabalhos em grupo realizados pelos alunos a partir da observação realizada para pedidos de ajuda na identificação das espécies de flora e da fauna que dela depende;
  • Reposição do ponto de água:
    • JFA
    • Pais
    • EPAL
  • Divulgação
    • Solicitar uma oficina junto da empresa Rocky Studios para nos auxiliar na co-criação de um storyboard para o nosso projeto.

Dinâmicas e metodologias aplicadas na identificação da solução:

Visitas de Estudo, reuniões presenciais e online, world cafés, conceção de um blog e/ou de um Guia Digital sobre a fauna e flora espontânea existente na nossa escola; storyboard sobre a nossa horta pedagógica ficando em aberto para discutir com os alunos, qual o assunto a divulgar.

 

Protótipo

Após o levantamento das condições do espaço onde será construída a horta, lançar aos grupos de alunos a proposta de fazerem o design thinking da sua horta pedagógica:

  • Ser construída com materiais e madeiras reutilizadas
  • Valorizar práticas sustentáveis na sua criação e manutenção
  • Votação à volta das propostas apresentadas
  • Construção de uma maqueta ou de desenhos com recurso a materiais reutilizáveis

Dinâmicas e metodologias aplicadas no desenvolvimento e testagem do protótipo:

  • Questionamento
  • Trabalho de pesquisa orientada
  • Trabalho em Projeto desenvolvido em pequeno grupo
  • Trabalho colaborativo entre elementos internos e externos à escola
  • Hands e Minds-on
  • Aprender fora da sala de aula
  • Promover os espaços exteriores como locais para aprendizagens ativas