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Como reavivar usos e costumes tradicionais?

Hosted by OSOS , contributed by emateixeira on 28 October 2019

O projeto consiste na tentativa de envolver a comunidade, na recuperação de várias profissões em vias de extinção, principalmente a olaria do barro negro de Bisalhães, património da Unesco, que corre o risco de acabar por não existirem oleiros que queiram dar continuidade à profissão bem como à dificuldade em arranjar o barro para a sua confeção. Simultâneamente, e porque o plástico está a ser um dos maiores problemas para o planeta, todos os alunos se envolveram em recuperar outras profissões já em desuso, para que esse material seja substituído e recuperado. tais como:

-pedreiro;

-latoeiro;

-alquimista;

-costureiras e alfaiates;

-animadores etnográficos;

-carpinteiros.

No final será feita uma feira tradicional, envolvendo todos os parceiros, e aberta a toda a comunidade.

Feira tradicional

 

Learning Objectives
Desenvolver conhecimentos básicos para a diferença entre os usos e costumes tradicionais e os dias de hoje..

Os alunos sentiram-se baralhados com a identificação do problema. A escolha inicial incidiu sobre a agricultura biológica, vivendo num meio na maior parte rural, questionavam-se sobre a falta de produtos biológicos quando grande parte dos terrenos estavam por cultivar. Após o primeiro contacto com a docente e investigadora Prof.ª Fernanda Leal do Departamento de Genética e Biotecnologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) para a definição da participação no nosso projeto deparam-se com uma imensidão de plantação “in vitro” num dos laboratórios. Estando eles num mundo totalmente desconhecido, a curiosidade  aumentou quando perceberam que podiam recuperar plantas em extinção e que o poderiam fazer num ambiente livre de quaisquer bactérias, sentindo-se uns verdadeiros cientistas.

 Então perguntaram: - Professora, plantas comestíveis e medicinais em extinção não é um problema? –Podemos resolver este problema?  Assim, iniciaram o projeto.

Observação

 

Após a escolha das plantas a recuperar, “hortelã chocolate e manjericão”, usando as TIC, a pesquisa foi exaustiva e decidiu-se que depois da mudança do vidro para a terra se poderia cultivar a hortelã para confeção de bolachas.

Deu-se início a outra etapa do projeto onde se aprendeu, também, a plantação por estaca, a secagem da planta e finalmente a confeção das bolachas com a ajuda da pastelaria Doce Fresco. Resolveu-se criar um logótipo para a embalagem das bolachas de hortelã.

Mudança da planta

Mudança da planta Estaca

estaca estaca

 

Sessão

Duração

Disciplinas

Descrição

Recursos

Local

1

90m

Estudo do Meio;

Oferta Complementar

Atividade 1-Discussão com os alunos sobre problemas que gostariam de resolver. Formação de grupos e discussão sobre vários temas. Depois de apresentados chegaram a um consenso e foram a votação. Tema escolhido “ Recuperação de plantas comestíveis e medicinais, em vias de extinção”.

Computador para pesquisa.

Registos escritos.

Sala de aula

2

180m

Português;

Matemática;

Estudo do Meio;

Expressão plástica

Atividade 2-Divisão da turma em 2 grupos. Reconhecimento e observação das plantas a recuperar. Preparação das plantas com limpeza dos caules, lavagem, desinfeção e colocação em hidrogel em frascos. Identificação dos frascos.

Registos de evolução em tabelas, escritos e ilustrados. Secagem das folhas sobrantes;

Pesquisas, utilizando as TIC, das propriedades das plantas.

Autocarro disponibilizado pelo Município;

Plantas;

Frascos de vidro;

Hidrogel;

Água;

Lixivia;

Tubos de ensaio;

Computador;

Papel:

Material de pintura;

Papel de jornal.

 

Laboratórios da UTAD;

Sala de aula.

3

180m +

120m

Português;

Matemática;

Estudo do Meio;

Oferta complementar;

Expressão plástica

Atividade 3 – Observação do crescimento das plantas no interior do frasco de vidro; Mudança da planta para pequeno vaso de terra; criação de uma proteção para proteção da planta; colocação da proteção sobre a planta e mudança para uma sala com um ambiente parecido com o do laboratório.

Registo descritivo em texto ilustrado e de evolução nas tabelas. Ilustração e registo fotográfico.

Autocarro;

Vasos;

Terra;

Garrafas de plástico

Laboratórios da UTAD;

Sala de aula;

3

120m

Português; Estudo do Meio e Expressões.

Atividade 4- Mudança da planta para um vaso maior. Aprendizagem de plantação em estaca. Registo de texto em banda desenhada. Ilustração da evolução.

Vasos;

Terra;

Água;

Espaço ao ar livre.

 

Sala de aula; Jardim da escola.

4

120m

Português;

Estudo do Meio; Expressões

Atividade 5 – Colheita da hortelã; elaboração de ramos;

Secagem no teto da sala de aula à sombra;

Registos escritos, pesquisas e ilustrações.

Fio de ráfia;

Clips;

Computador;

Papel e cores;

Jardim da escola;

Sala de aula;

5

190m

Português;

Matemática Expressões.

Atividade 6 - Deslocação à pastelaria Doce Fresco; observação e conhecimento dos materiais a utilizar para a preparação dos ingredientes; pesagem dos ingredientes necessários para a massa; moagem da hortelã manualmente; mistura dos ingredientes para a massa; divisão dos alunos em grupos para cortarem a massa depois de estendida; colocação das bolachas de forma ordenada em tabuleiros; colocação dos tabuleiros no forno; colocação das bolachas em caixas de papel; registos escritos com textos instrucionais; pesagens; criação do logótipo; ilustrações; colagens do logotipo em sacos de papel,

Empresa de fabrico de pastelaria;

Balanças;

Caixas e sacos de papel.

Materiais de recorte e colagem;

Empresa Doce fresco;

Sala de aula.

6

120m

Português;

Expressões

Atividade 7 – Encerramento do projeto; Divisão e embalagem das bolachas por sacos de papel;

 

 

Sala de aula;

Computador e quadro interativo

Sala de aula

Depois de toda a aprendizagem sobre a recuperação das plantas, surgiu a ideia de reunir com os parceiros envolvidos, mostrar-lhes todo o trabalho feito ao longo do ano e dar a provar as nossas bolachas. Embalámos as bolachas em sacos de papel que o Sr. Carlos, do Doce Fresco, nos facultou, recortámos os logotipos e colámo-los nas embalagens para oferecermos aos presentes da seguinte forma:

-Encerramento do projeto; Divisão e embalagem das bolachas por sacos de papel;

-elaboração de discursos e convites;

 -convívio com os parceiros intervenientes no projeto; Distribuição e prova das bolachas;

 -apresentação do trabalho em ficheiro de PowerPoint.

Foi surpreendente a reação dos presentes quando provaram as deliciosas bolachas. A Dr.ª Fernanda Leal ficou tão sensibilizada que se ofereceu para colaborar connosco, através da UTAD, a podermos comercializar as bolachas através dum sistema próprio para o podermos fazer.

Não há dúvidas, vamos continuar a cultivar hortelã, certamente a confecionar muitas bolachas e talvez gelados!

Logo  Embalagem
                                          Festa

A partilha dos resultados das atividades está a ser alcançada através da divulgação de pais e famílias, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; Câmara Municipal de Vila Real; Agrupamento de escolas Morgado de Mateus e Agrupamento de escolas Miguel Torga ; Associação Comercial de Vila Real; Cooperativa Rupestris da UTAD e toda a comunidade escolar envolvida.

https://issuu.com/emateixeira/docs/projeto_-_osos_-_fim